ROSA-CRUZ

 

ROSA-CRUZ

A Fraternidade Rosa-Cruz não é como qualquer sociedade religiosa - filosófica, científica ou mesmo literária - onde se ingressa, desde que se pague a joia e as mensalidades exigidas pelos respectivos estatutos.

Várias agremiações adotaram este nome ROSA-CRUZ, mas, na sua maioria, nada têm em comum com a antiga e legítima Ordem dos Irmãos Invisíveis.

A autêntica Fraternidade Rosa-Cruz existe em plano espiritual, onde só se consegue acesso após laborioso e perseverante noviciado, em que se faz indispensável a posse de aptidões especiais, o desenvolvimento de faculdades superiores, a conquista de poderes supranormais.

O dinheiro não serve de senha a quem pretenda penetrar no santuário dos seus mistérios, pois, sem que o neófito possua realmente as exigidas capacidades, reveladas pela sua aura, ou por indicação direta do Mestre, perderá o seu tempo e nada conseguirá de positivo.

Encontram-se, é verdade, esparsas pelas cinco partes do mundo, várias lojas onde se obtêm conhecimentos, que permitem realizar a verdadeira Iniciação, que só se verifica sob auspícios de um Mestre e em centros de hierarquia mais elevada.

Não é o regime alimentar, como geralmente se propaga, uma das condições essenciais para ser admitido na Ordem. Efetivamente, quem se nutre de frutos e vegetais, quem se abstém carnes, excitantes e tóxicos, como o álcool e a nicotina, goza de melhor saúde e está, portanto, mais apto a realizar as rigorosas provas do noviciado.

As provas mais importantes, impostas aos candidatos a Rosa-Cruz, assentam justamente na respectiva evolução física, na disciplina simultânea da vontade e da atenção, conquista do autodomínio que lhes assegurará a impassibilidade tão necessária à cultura subjetiva, que lhes permitirá, em suma, tornarem-se verdadeiros super-homens.

A Fraternidade Rosa-Cruz não é, também, um grau da Maçonaria, como muita gente, ainda hoje, supõe, O sublime e generoso ideal dos Irmãos Invisíveis não consiste na conquista do Mundo ou domínio autocrático da Humanidade. As suas ambições foram, sempre, muito elevadas para limitarem-se a coisas tão materiais. A divina missão Rosa-Cruz consiste em contribuir, por todos os meios, para a felicidade do gênero humano, sem distinção de classe, sexo, raça, fortuna, etc.

Pelos caminhos luminosos da Religião, da Filosofia e da Ciência conduz o Homem a culminâncias da Sabedoria, fazendo-o senhor e não escravo das forças da Natureza. Ensina, por exemplo, que o Homem é uma Alma com um corpo e não um corpo com uma Alma e, assim sendo, pode traçar voluntariamente o seu próprio destino.

O sofrimento não é condição exigida para o progresso do Ser Consciente, de sua verdadeira individualidade, como preconizam muitos credos religiosos e muitos dogmas filosóficos. O homem tem direito à felicidade.

Na trajetória da sua evolução, por mais resignado, por mais estoico, caminha instintivamente de olhos voltados para o SOL que o deve guiar a um futuro melhor do que o presente, a urna região superior ao mundo em que vive.

Tem direito à saúde, à paz, à satisfação dos seus nobres desejos e a todos os dons que permitam a prática divina da Fraternidade e o levarão, um dia, à Unidade, à suprema PERFEIÇÃO. ∆

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